"Cheiravas a feno e não sabias que o coração é um barco no tempo. Quando as aves do Verão demandarem o Sul virás devagar, abrirás a porta verde escura e esperarás em vão pelo frémito do meu corpo. Não voltarei a passar o renque de azálias, o muro onde o sol nasce, a chuva, para morrer nos teus braços."
Rosa Lobato de Faria, A Alma Trocada

2 comentários:
Trocada andava a minha alma antes de saltar as azálias para cair nos teus braços!
Será noutra porta entâo :)
Beijinho às 2
Estou de volta...
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