
Scarlett Johnasson merecia melhor... e de Brian de Palma esperava-se mais. Boa a interpretação de Mia Kirshner, no papel de uma Dália Negra viva e a mostrar a dor como ela só - e como chora - incapaz de sair de um underground artístico. De notar a boa prestação de Hillary Swank, a verdadeira Black Dahlia, vamp, muito negra e só.
Salva-se a fotografia, o retrato da atmosfera dos clubes nocturnos a debitar jazz e lantejoulas, do glamour das lésbicas dos anos 40, dos fatos impecáveis dos homens e dos cigarros em espirais de fumo, num filme adaptado do romance do mesmo autor de L.A. Confidential.
Salva-se a fotografia, o retrato da atmosfera dos clubes nocturnos a debitar jazz e lantejoulas, do glamour das lésbicas dos anos 40, dos fatos impecáveis dos homens e dos cigarros em espirais de fumo, num filme adaptado do romance do mesmo autor de L.A. Confidential.
4 comentários:
Ainda vou ver ... as meninas! ;)
Choco, as meninas valem a pena ;)
Ó pá, tu não me digas!... Ainda hoje, estava a ouvir na rádio e tinha pensado que não podia perder!... :|
sotavento, vai ver e depois diz o que achaste, ok ?
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